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	<title>Crédito Archives - 1º Ofício de Protesto de Títulos - Brasília/DF</title>
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	<title>Crédito Archives - 1º Ofício de Protesto de Títulos - Brasília/DF</title>
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		<title>Light: Inadimplência na crise está menor do que o esperado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[1º Ofício de Protesto de Títulos de Brasília]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Jul 2020 17:07:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>O nível de inadimplência na área de cobertura da distribuidora fluminense Light está abaixo das expectativas, segundo o presidente do conselho de administração da empresa, David Zylbersztajn, durante de eventos virtual promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), nesta segunda-feira, 29. “A inadimplência está menor do que se imaginava. O mesmo vale para [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O nível de inadimplência na área de cobertura da distribuidora fluminense Light está abaixo das expectativas, segundo o presidente do conselho de administração da empresa, David Zylbersztajn, durante de eventos virtual promovido pela Associação Comercial do Rio de Janeiro (ACRJ), nesta segunda-feira, 29.</p>
<p>“A inadimplência está menor do que se imaginava. O mesmo vale para a queda do consumo. Diante do quadro, a situação não é tão complicada”, afirmou, complementando que a Light traçou cenários mais conservadores para o período de pandemia que aquele que se revelou.</p>
<p>A preocupação, disse ele, é com o futuro. “Na saída (da pandemia) é que vamos ver quem vai reabrir suas lojas e suas máquinas na indústria. A situação não está clara, e está sendo muito discutida com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica)”, complementou.</p>
<p>Ele disse ainda que o empréstimo da Conta-Covid, oferecido às distribuidoras neste momento de crise, vai servir para garantir a adimplência aos demais elos da cadeia. “As distribuidoras nada mais são do que a porta de entrada. Elas ficam com menos de 20% da arrecadação. O restante é usado para pagar impostos, geração, transmissão e tributos setoriais”, argumentou.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Veículo: IstoÉ</p>
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		<title>Índice de endividamento das famílias do DF cai pela terceira vez no ano</title>
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		<dc:creator><![CDATA[1º Ofício de Protesto de Títulos de Brasília]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 22 Apr 2020 18:52:47 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Diante da redução do consumo durante a quarentena, famílias do DF estão devendo menos, diz estudo da Fecomércio-DF A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) divulgou, nesta sexta-feira (17/4), uma pesquisa que mostra que o endividamento das famílias brasilienses diminuiu em abril em comparação com o mês de março. [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>Diante da redução do consumo durante a quarentena, famílias do DF estão devendo menos, diz estudo da Fecomércio-DF</p>
<p>A Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Distrito Federal (Fecomércio-DF) divulgou, nesta sexta-feira (17/4), uma pesquisa que mostra que o endividamento das famílias brasilienses diminuiu em abril em comparação com o mês de março. Com isso, o número das famílias inadimplentes do DF caiu pela terceira vez consecutiva este ano.</p>
<p>De acordo com a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic), o número de famílias com algum tipo de dívida na capital passou de 786.885 em março para 773.227 no mês de abril. Isso significa que 77,4% das famílias brasilienses estão endividadas no mês de abril, contra 78,9% em março. Já a quantidade de famílias com contas em atraso registrou aumento: passou de 105.919 mil famílias para 122.736 mil.</p>
<p>O estudo mostra ainda que 5% dos entrevistados afirmaram estar muito endividados; 14,9% mais ou menos endividados; 57,5% pouco endividados e 22,5% não têm dívidas. Dentre os endividados, 33,9% disseram possuir algum tipo de dívida há 30 dias; 38,6% entre 30 e 90 dias e 25,2% acima de 3 meses.</p>
<p>Segundo o presidente da Fecomércio-DF, Francisco Maia, a queda em abril já era esperada, por causa do fechamento do comércio no DF como medida para enfrentar a pandemia do coronavírus, no dia 19 de março. “O maior causador de dívidas no DF é o cartão de crédito. Com o comércio fechado e a quarentena imposta na cidade, os consumidores estão gastando menos nesta modalidade de compra. A tendência para os próximos meses é que o número caia ainda mais se a situação continuar a mesma”, conclui Maia.</p>
<p>Em fevereiro deste ano, 92,7% dos entrevistados afirmaram estar comprometidos com o cartão de crédito Em março o índice caiu para 91,8% e agora em abril está em 86,7%. Por outro lado, o número de pessoas com contas em atraso aumentou.</p>
<p>De acordo com presidente, algumas pessoas estão com a renda comprometida, o que pode ter contribuído para o aumento da porcentagem no mês de abril. &#8220;Algumas pessoas estão com os salários comprometidos ou perderão o emprego por causa desse cenário incerto. Por ora, elas não terão dinheiro para pagar as contas e ficarão inadimplentes&#8221;, afirma Maia.</p>
<p>A Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic) orienta os empresários do comércio de bens, serviços e turismo que utilizam o crédito como ferramenta estratégica e também acompanhamenta o perfil de endividamento do consumidor, com informações sobre o nível de comprometimento da renda do com contas e dívidas em atraso, além de sua percepção em relação à capacidade de pagamento.</p>
<p>Fonte: Correio Braziliense</p>
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		<title>Bancos voltam a dar crédito a pequenas e médias empresas, mesmo com risco de inadimplência alta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[1º Ofício de Protesto de Títulos de Brasília]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 23 Feb 2018 18:19:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<p>Ávidos para acelerar os resultados com crédito na esteira da economia que sai da recessão, os bancos brasileiros retomaram com força a concessão de empréstimos para pequenas e médias empresas, ampliando um movimento que já vinha acontecendo no financiamento ao consumo. O segmento foi destaque de crescimento dos três maiores bancos privados listados em bolsa [&#8230;]</p>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="mc-column content-text active-extra-styles active-capital-letter" data-block-type="unstyled" data-block-weight="41" data-block-id="1">
<p class="content-text__container theme-color-primary-first-letter" data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Ávidos para acelerar os resultados com crédito na esteira da economia que sai da recessão, os bancos brasileiros retomaram com força a concessão de empréstimos para pequenas e médias empresas, ampliando um movimento que já vinha acontecendo no financiamento ao consumo.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="45" data-block-id="2">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links=""><span style="color: #000000;">O segmento foi destaque de crescimento dos três maiores bancos privados listados em bolsa no país no quarto trimestre, tendo a maior alta sequencial em pelo menos quatro anos no <a style="color: #000000;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/lucro-do-santander-cresce-445-em-2017-e-alcanca-r-8-bilhoes.ghtml">Santander </a>Brasil e no<a style="color: #000000;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/e-como-estar-na-chuva-diz-presidente-do-itau-unibanco-sobre-volatilidade-em-ano-de-eleicao.ghtml"> Itaú Unibanco</a> e o primeiro avanço no <a style="color: #000000;" href="https://g1.globo.com/economia/noticia/lucro-do-bradesco-cai-para-r-1465-bilhoes-em-2017.ghtml">Bradesco </a>em cinco trimestres.</span></p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="3">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O Banco do Brasil, que divulga seus resultados do período na quinta-feira (22), também deve apresentar expansão nos empréstimos para empresas menores, segundo fontes da indústria financeira.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="4">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">O movimento representa uma forte mudança de postura dos bancos e parece ousado demais, se levar em conta que 4,937 milhões de micro e pequenas empresas estavam inadimplentes no fim de 2017, um recorde segundo a Serasa Experian.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="5">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Nos últimos anos, antes mesmo da forte recessão que atingiu o país em 2015 e 2016, as empresas de menor porte lideraram o repique nos índices de inadimplência dos bancos, que passaram a pedir mais garantias antes de rolar dívidas ou conceder novos empréstimos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="6">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Dada a característica desse mercado, em que as linhas como capital de giro e antecipação de recebíveis na maior parte das vezes não oferecem garantias, os credores fecharam as torneiras para o setor, preferindo se focar nas linhas com seguras, como os créditos consignado e imobiliário para pessoas físicas.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="31" data-block-id="7">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Porém, com a economia se recuperando nos últimos meses e a taxa básica de juros caindo a mínimas históricas, os grandes entenderam que têm folga para aumentar o apetite por risco.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="52" data-block-id="8">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Os níveis de inadimplência caíram para um nível que os bancos entenderam que têm uma folga para correr mais riscos&#8221;, disse um executivo de um grande banco à Reuters. &#8220;Mesmo que a inadimplência suba um pouco, se as margens compensarem, a relação risco/retorno vale a pena&#8221;, acrescentou a fonte, que pediu anonimato.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="37" data-block-id="9">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">A leitura dos bancos é de que, com a economia em recuperação, a nova safra de crédito deve vir com melhor qualidade. Na realidade, isto já está acontecendo. Os índices antecedentes de inadimplência foram unânimes nesta direção.</p>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="58" data-block-id="11">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">No Santander o índice de inadimplência do setor até 90 dias caiu 0,6 ponto percentual na passagem do terceiro para o quarto trimestre. No Bradesco, esse indicador atingiu o piso em pelo menos quatro anos. No Itaú, o NPL formation, também uma prévia da deterioração futura, caiu pelo quinto trimestre seguido, para o menor nível em dois anos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="56" data-block-id="12">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Esse movimento de alguma forma ajuda a explicar a expansão recente dessa carteira, chamada no jargão do mercado de PME. De setembro a dezembro, a carteira de pequena e média empresa cresceu 4,1% no Santander Brasil, 4,6% no Itaú Unibanco e 1,5% no Bradesco. Pela indicação dos próprios credores, essa tendência deve se prolongar neste ano.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="38" data-block-id="13">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Junto com as linhas para pessoas físicas, &#8220;as de pequenas e médias empresas devem liderar o crescimento do crédito do Itaú Unibanco em 2018, disse o presidente-executivo do banco, Candido Bracher, ao comentar os resultados do quarto trimestre.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles" data-block-type="raw" data-block-weight="1" data-block-id="14">
<div class="content-intertitle">
<h2>Concorrência</h2>
</div>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="27" data-block-id="15">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Outro componente que pode ajudar a explicar a reviravolta dos bancos em relação ao setor é a ainda sutil, mas crescente concorrência de outras fontes de financiamento.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="49" data-block-id="16">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Com as portas praticamente fechadas nos grandes bancos, microempreendedores, comerciantes e donos de pequenos negócios que vão de manufatura a prestação de serviços têm buscado refúgio em instituições como fintechs e outras empresas especializadas no chamado peer to peer (P2P), que faz intermediação entre tomadores e concessores de recursos.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="44" data-block-id="17">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Empreendedores de fintechs de crédito, como Banco Inter, Creditas e Geru, inicialmente criadas para atender o varejo, dizem que pelo menos 30% de operações de valores maiores, de dezenas, centenas ou mesmo milhão de reais, são tomados por pessoas físicas para sanear negócios próprios.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="26" data-block-id="18">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">&#8220;Têm desde gente tomando crédito para reformar clínica odontológica e para abrir padarias&#8221;, diz Sergio Furio, fundador e presidente da Creditas, especializada em crédito com garantia.</p>
</div>
<div class="mc-column content-text active-extra-styles " data-block-type="unstyled" data-block-weight="46" data-block-id="19">
<p class="content-text__container " data-track-category="Link no Texto" data-track-links="">Em paralelo, instituições especializadas no P2P têm crescido velozmente. A SRM, gestora de FIDCs especializada em linhas como capital de giro para empresas com faturamento entre R$ 50 milhões e R$ 3,5 bilhões por ano, fez cerca de R$ 6 bilhões em empréstimos no ano passado.</p>
</div>
<div class="content-ads content-ads--reveal" data-block-type="ads" data-block-id="20"> &#8220;Para este ano, a meta é fazer R$ 10 bilhões&#8221;, diz o fundador e presidente da SRM, Marcos Rafael Mansur.</div>
</div>
<div data-block-type="ads" data-block-id="20"></div>
<div data-block-type="ads" data-block-id="20">Fonte: IEPTB-BR</div>
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